Material de Imprensa


Musical lembra os dez anos da morte de Vinícius

Depois da estréia em bares da cidade, o musical "Vinicius de Moraes", de Ayrton Salvanini e Zeza do Amaral ganha, a partir de hoje, uma temporada de seis dias no teatro interno do Centro de Convivência Cultural, no horário das 21 horas. Resultado de 18 meses de pesquisa e ensaios, o espetáculo visa a resgatar uma parte da obra de Vinicius junto, principalmente, ao público adolescente de escolas públicas e privadas. De acordo com os artistas, "Vinicius de Moraes" não se trata de um espetáculo teatral ou musical simplesmente, por onde desfilaria a obra poética e musical de Vinicius. Mais que isso, retrata o encontro do homem com a emoção que, resumidamente ode explicar por que ele se tornou o mais importante poeta compositor do Brasil. (Correio Popular de Campinas)

"Ayrton Salvanini foi absolutamente feliz na escolha de seu novo espetáculo. Colocar Guimarães Rosa em cena é uma façanha extremamente corajosa e arrojada. E o mais bonito é que Foguinho conseguiu seu intento com raro brilho. Identificou-se com o personagem e deu-lhe registro geral. Em certos momentos chega a um clímax que confunde o expectador, que não sabe onde começa o homem e termina a fera e vice-versa. Isso é força, garra, vontade firme. Isso é principalmente, talento, inteligência e maturidade. (Edgar Rizzo, do Correia Popular de Campinas - 09/09/1979)

Salvanini: Da Filosofia à Poesia

Ayrton Salvanini prossegue no pequeno auditório do Masp com sua temporada sui generis, onde apresenta quatro monólogos, de terças a sextas, sempre às 20h30. Em janeiro mostrou o Sermão da Sexagésima, do padre Antonio Vieira e Meu tio, o Iauaretê, de Guimarães Rosa. As duas primeiras semanas de fevereiro foram dedicadas à Apologia de Sócrates, de Platão. As duas últimas serão os Heterônimos de Fernando Pessoa. Esse repertório eclético, que passa por diferentes gêneros literários, tem evidente função didática. São trabalhos que não estão fora de lugar em auditórios de colégios e salas de aula. Independentemente dessa característica, que há de ser fundamental para a subsistência de um ator mambembe, como se define Salvanini, há o fato de que tal repertório se constiui num treino precioso para o intérprete. Textos de grande impacto, clássicos da filosofia, da poesia, da oratória religiosa, recebem das mãos de Salvanini um tratamento sério e apaixonado. (...) Sem recursos de encenação, dispensando mesmo a ajuda d maquilagem, o ator encarna agora um velho de sessenta anos e o faz com arrojo e segurança. O Sócrates de Ayrton Salvanini, que segue o texto platônico na narração do julgamento e condenação à morte do filósofo grego, arrebata o expectador em mais de um momento. Essa temporada do Masp veio revelar-nos um ator maduro, denso, fascinado pela sua arte, que explora exaustivamente. (A.G. - Jornal da Tarde - 12/02/1988)

Salvanini faz sermão com espirito crítico

O Sermão da Sexagésima, texto do Pe. Antonio Vieira é o espetáculo com o qual o ator Ayrton Salvanini inicia uma série de monólogos que ocuparão o pequeno auditório do Masp até fevereiro. Salvanini viaja o Brasil levando seus monólogos em teatros e escolas. A inteligente e bem humorada introdução que ele faz evidencia o caráter didático do seu trabalho. A pregação de Ayrton dificilmente pode ser usufruída como uma representação apenas, como uma virtuosística recriação de uma forma de oratória, com um caráter quase arqueológico. Mas há um contexto em que ela ganha significado. Ao aproximar o problema da fé da questão do niilismo e ao situar politicamente, em sua introdução o contexto em que Vieira trabalhava, Salvanini dá uma dimensão crítica à sua performance. (Aimar Labaki - Folha Ilustrada)

Pe. Vieira pela boca de Salvanini profere no SESC o Sermão da Sexagésima

Sem dúvida, não é outra a impressão que nos deixa o excelente trabalho de interpretação de Ayrton Salvanini. Simbolicamente,o grande orador sacro está presente diante dos expectadores, pelo milagre da interpretação. A dramatização feita por Ayrton tem sido presenciada, na base de trezentos expectadores da área estudantil, secundária e universitária, porém, achamos, ela deveria atingir, sobretudo, uma outra camada da população: a dos professores em geral, a dos políticos militantes e a dos causídicos, em particular, que se utilizam, no dia a dia, da palavra como seu instrumento de comunicação.("A Cidade" de Ribeirão Preto - 09/11/1978)

O Sermão da Sexagésima

No dia 29 último, o ator Ayrton Salvanini interpretou esse sermão com beleza resplandecente, coragem de expressão e dicção perfeita, na solenidade dos 50 anos da Associação Comercial de São Paulo. Com o auditório lotado, o ator, no final, foi aplaudido em pé. (Gazeta de Pinheiros - 16 a 20/11/2001)

Sermão da Sexagésima

O novo espaço cultural no bairro de Pinheiros, zona oeste da capital, ainda funciona na base do improviso. Artisticamente, porém, mostra uma estréia promissora. Com uma carreira restrita ao teatro e atado a um repertório de obras eruditos, o ator paulista Ayrton Salvanini faz uma apresentação empolgante de um dos textos mais conhecidos, densos, do padre Antonio Vieira (1608-1697). Trata-se de uma potente alegoria de 50 minutos de duração sobre a arte de comunicar bem. Mas, acima de tudo, é um exemplo inexorável da força da palavra e uma lição aos pregadores eletrônicos de hoje em dia, que precisam recorrer a acrobacias aeróbicas para seduzir seus seguidores. (C.F. - ISTOÉ - 05/12/2001)

Apóstolo das Palavras

Ator apresenta, hoje e amanhã no Centro de Convivência, o espetáculo Prosa e Poesia portuguesa;o sermão do padre Antonio Vieira e a poesia de Fernando Pessoa entram em cena.

Há 21 anos um ator mambembe vive graças à força da palavra. Vagando de cidade em cidade interpretando monólogos extraídos de textos de grandes oradores, sempre escolhidos pela força e a beleza das palavras, Ayrton Salvanini fez sua estréia nos palcos em 1978 com o Sermão da Sexagésima, do padre português Antonio Vieira.

Elogiado pela Embaixada de Portugal no Brasil e pelo cardeal Paulo Evaristo Arns, o espetáculo é dividido em duas apresentações. Na primeira delas, Salvanini interpreta o sermão. Na segunda, passa da prosa à poesia de Fernando Pessoa, de quem empresta textos e heterônimos (poetas fictícios criados por Pessoa): Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos.

Ayrton Salvanini; "Eu, como um ator estradeiro, que vive viajando, me baseio nos recursos éticos, na força da palavra" (Correio Popular de Campinas - 09/01/1999)

Ator encena monólogo sobre modernismo e Fernando Pessoa

O ator Ayrton Salvanini apresenta hoje e amanhã, no Teatro Castro Mendes, às 20 horas, dois espetáculos extraídos de seu repertório de monólogos. (...) As duas encenações serão precedidas por palestras sobre o tema. Na apresentação de hoje, sobre Fernando Pessoa, o ator tenta se aproximar do complicado universo estilístico do poeta português, que se escondia atrás de densos personagens, criados por ele, para dar vazão à sua rica obra literária. Amanhã, Salvanini recria as manifestações da Semana de 22, marco na arte moderna brasileira. O cenário inclui painéis baseados em quadros de Anita Malfati, Di Cavalcanti e Tarsila do Amaral. A montagem tem a participação do violonista Axel Giudice interpretando peças de Villa-Lobos enquanto o ator declama poemas e contos de Mário de Andrade, Manuel Bandeira e Oswald de Andrade. Antes da encenação, Salvanini profere uma palestra que tem como tema "O Modernismo e a Liberdade de Expressão". (Correio Popular de Campinas - 27/04/1999)




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